
O que era pra ser um dos maiores shows do ano virou motivo de frustração. A apresentação de Shakira em Copacabana reuniu uma multidão gigante, com público ocupando vários quarteirões da orla, mas o clima de festa virou irritação depois de um atraso considerado recorde, superando até o histórico de Madonna.
Nas redes sociais, o que dominou não foram elogios, mas críticas diretas ao tempo de espera, problemas técnicos e um repertório que muitos fãs classificaram como abaixo do esperado para um evento tratado como “histórico”.
Mesmo com momentos de destaque e participações que lembraram a força da música brasileira, como referências a nomes como Ivete Sangalo, Maria Bethânia e Caetano Veloso, o saldo geral ficou marcado pela decepção. O episódio reacende um debate maior no Brasil: megaeventos financiados ou incentivados por estruturas públicas e privadas que prometem impacto cultural e turístico, mas muitas vezes entregam organização falha e experiência aquém do esperado.
No fim das contas, a multidão esteve lá, o impacto econômico aconteceu, mas o sentimento que ficou para muita gente foi claro: promessa grande demais para entrega pequena demais.
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