“O credenciamento dos mototaxistas de Salvador exigido pela Prefeitura não favorece a categoria e possui conotação eleitoreira”, afirmou o vereador e líder da oposição na Câmara Municipal, Sidninho (Podemos). Com prazo final para 26 de junho, o levantamento do Executivo Municipal exige que os interessados devem estar habilitados na categoria A há pelo menos dois anos e possuir a motocicleta em seu nome. O veículo deve ter a cor amarela.
De acordo com as exigências, as motos permitidas para a prestação do serviço de transporte não podem ter até oito anos de uso, os condutores devem utilizar todos os itens de segurança estabelecidos, ter curso de especialização sobre condução de passageiros em veículos motorizados de duas rodas, dentre outras.
O vereador, que também é presidente da Comissão Temporária para Acompanhamento e Avaliação das Atividades Inerentes à Regulamentação do Serviço de Mototaxista em Salvador, pediu mudanças no edital. “As inscrições para fazer o cadastro abrem e fecham sem a devida adesão por se tratar de uma regulamentação com critérios que a invalidam pela dificuldade de cumprimento. O que foi prometido pela Prefeitura, a exemplo de instalação de pontos, não ocorreu e mais uma vez quando o debate volta à baila é sempre próximo da eleição, o que deixa claro que o objetivo é meramente eleitoreiro e não para beneficiar a categoria”, pontuou Sidninho.
“Em 2016, quando a regulamentação teve início, foi a mesma coisa. Ocorreu para poder ser capitalizada pelos políticos que a prometeram. Essa realidade precisa mudar”, reforçou o parlamentar.
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