
A ofensiva contra Flávio Bolsonaro ganhou novos capítulos em Brasília após vazamentos envolvendo conversas ligadas ao caso Banco Master, mas aliados do senador afirmam que há uma operação clara para desgastar a direita e atingir diretamente o legado do ex-presidente Jair Bolsonaro antes das eleições de 2026.
O próprio Flávio Bolsonaro pediu apuração sobre a divulgação das mensagens, enquanto apoiadores afirmam que setores políticos e parte da imprensa tentam transformar suspeitas e narrativas em condenações antecipadas para enfraquecer a oposição conservadora no país.
O pastor Silas Malafaia saiu publicamente em defesa de Flávio Bolsonaro e afirmou que o senador não recebeu dinheiro pessoalmente, criticando o que chamou de perseguição seletiva contra nomes ligados ao bolsonarismo, enquanto figuras da esquerda seguem blindadas mesmo após escândalos históricos de corrupção que marcaram o Brasil nas últimas décadas.
Aliados enxergam a movimentação como parte da guerra política antecipada pela sucessão presidencial, num cenário em que a direita tenta se reorganizar diante do avanço do discurso governista e da pressão crescente sobre adversários do PT.
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