
O supertufão Sinlaku, apontado como a tempestade mais intensa do planeta em 2026, tem chamado atenção de meteorologistas por seus possíveis reflexos no clima do Brasil, mesmo se formando a milhares de quilômetros, no Oceano Pacífico. Segundo análises divulgadas por centros como a NOAA, o sistema chegou a registrar ventos superiores a 250 km/h, com estrutura comparável a um furacão de categoria 5, afetando ilhas do Pacífico e alterando padrões atmosféricos globais.
Especialistas explicam que fenômenos dessa magnitude podem influenciar correntes de ar e temperatura dos oceanos, interferindo em ciclos como El Niño e La Niña, o que impacta diretamente o regime de chuvas no Brasil, podendo intensificar secas em algumas regiões e provocar chuvas acima da média em outras.
Ao mesmo tempo, estudos recentes indicam que o planeta está refletindo mais luz solar de volta ao espaço, fenômeno ligado a mudanças na cobertura de nuvens e aerossóis, o que também entra na equação climática global.
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