Hoje à noite, estava entretido com aquele sublime ato litúrgico que a modernidade chama, por pura convenção e, como diria Chesterton, por um profundo medo de blasfêmia, de “nada”. Creio que é nesse estado helênico de ociosidade produtiva que realmente podemos contemplar as questões fundamentais da humanidade. Mas por favor: …
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