
Hoje, dia 30 de outubro, marcaria os 65 anos de Diego Armando Maradona, nascido em Lanús, Argentina, em 30 de outubro de 1960. Apesar de já ter partido há quase cinco anos, o “D10S” permanece vivo no imaginário do futebol mundial… e merece nesta data uma reflexão de quem acompanha o esporte com atenção, com respeito pela grandeza e também com crítica às falhas humanas que acompanharam a sua trajetória.
Maradona participou de 91 partidas pela seleção argentina e marcou 34 gols. Defendeu clubes como Napoli, Boca Juniors e Barcelona. No Napoli, por exemplo, ajudou o clube italiano a conquistar títulos inéditos, virando símbolo de esperança para uma cidade.
Sua habilidade era única: dribles curtos, visão de jogo, espontaneidade para decidir, e não à toa, ergueu a taça da Copa do Mundo de 1986 como capitão da Argentina.
Maradona também teve o lado frágil como excessos fora de campo, dependências, problemas médicos recorrentes. O craque argentino faleceu em 25 de novembro de 2020, aos 60 anos, por complicações cardíacas enquanto se recuperava de uma cirurgia de hematoma subdural.
Essa dualidade gênio da bola e ser humano vulnerável faz parte do que o torna uma figura tão marcante até hoje.
A história de Maradona serve como lição: o talento extraordinário precisa de disciplina, apoio e ambiente saudável para não se perder. Neste “o que teria sido se…” dos 65 anos, fica o convite à reflexão.
Mesmo que ele não esteja mais entre nós, seu legado segue vivo: inspira dribles, provoca memórias, gera debates. E o futebol, que vive de heróis e contra-heróis, precisa disso.
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