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Téo Senna vê com “decepção” atitude do governador e pede retorno de PM’s na Prefeitura e na Câmara Municipal

Crédito: Mathias Jaimes/TV Servidor

Decepção, essa é a palavra que resume o sentimento do vereador Téo Senna (PHS), nesta sexta-feira (18), ao saber da atitude do governador Rui Costa de retirar os policiais militares que prestavam serviço à Prefeitura na gestão de postos de saúde e na proteção institucional.

Na manhã desta sexta, os vereadores se reuniram com o presidente da Câmara Municipal de Salvador e decidiram entrar com ação judicial contra a decisão do governador. Em função disso, a Casa Legislativa teve as portas fechadas nesta tarde.

Téo Senna estranhou a atitude do governador Rui Costa. Eles foram colegas na Câmara, na época em que Rui atuou como vereador (2000/2008). “Naquele período era completamente diferente. Causou-me um profundo estranhamento e tristeza ver que aquela pessoa cordata, hoje age de maneira impensada e apenas por razões meramente políticas e eleitoreiras”, frisa.

De acordo com Téo, essa decisão interfere diretamente na harmonia entre os três poderes. Ele acredita que o prefeito ACM Neto tem reivindicado mais segurança, assim como toda a população. “Neste momento a cidade se encontra em estado de constante violência. Essa decisão é absurda e uma infeliz tentativa de retaliação contra o prefeito, que vem atuando em prol da cidade”, afirma.

O vereador relembrou uma situação vivenciada por ele, em que o apoio dos agentes militares foi crucial para a sua integridade física: “Eu mesmo já estive exposto com a minha filha em uma situação em que fui agredido por pseudos militantes, inclusive do partido do governador. Na ocasião, tive sorte por ter sido livrado de algo pior justamente pelo trabalho destacado da PM, que presta serviço na Câmara”.

Fonte: Assessoria do vereador Téo Senna (PHS)

 

Sobre Emmanuel

Como me defino? Pernambucano, católico e ANCAP. Sem mais delongas... " Totus Tuus Mariae". "... São os jovens deste século, que na aurora do novo milénio, vivem ainda os tormentos derivados do pecado, do ódio, da violência, do terrorismo e da guerra..." Um adendo: somos dois pernambucanos contra um "não-pernambucano". Rs

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