
Caracas viveu horas de tensão com tiroteios e explosões nas imediações do Palácio de Miraflores, sede do governo venezuelano. Vídeos que circularam nas redes e foram confirmados por veículos internacionais mostram disparos e confrontos próximos ao centro do poder, dias após a captura de Nicolás Maduro.
A oposição celebrou o 3 de janeiro como “o dia em que a justiça derrotou a tirania”, enquanto forças de segurança reforçaram o entorno do palácio em meio ao clima de incerteza.
Ao mesmo tempo, reportagens revelaram viagens frequentes de Diosdado Cabello à fronteira com a Colômbia para assegurar rotas do tráfico, segundo investigações citadas pela imprensa. O cenário indica disputa aberta pelo controle do Estado e pressão crescente por mudanças.
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