
A Bahia vive uma rotina de guerra urbana e Jerônimo Rodrigues segue fingindo que governa, enquanto a população morre ou sobrevive com medo. Na madrugada desta segunda (12), tiroteios tomaram conta do bairro de Tancredo Neves, em Salvador, interrompendo a circulação de ônibus.
A cena se repetiu em Cajazeiras, onde dois homens foram baleados no estacionamento de um supermercado, um deles alvejado com seis tiros.
Já no domingo, uma mulher foi agredida durante uma tentativa de assalto na Anita Garibaldi, e uma ossada humana foi achada no lixo da Pituba. Essa é a “normalidade” na Bahia após 20 anos de PT.
Jerônimo, incapaz de oferecer qualquer solução para a crise de segurança, prefere posar para selfies em cidades do interior e cuidar da sua base aliada, garantindo cargos e contratos gordos para garantir o silêncio de parte da imprensa. Enquanto isso, a capital do estado se transforma em território de facções, com a PM e a Secretaria de Segurança cada vez mais ausentes e acuadas.
Nem a presença de batalhões próximos impede a ação dos criminosos.
Salvador virou uma praça de guerra e o governo do estado parece mais interessado em blindar Jerônimo com propaganda do que em garantir o direito básico à vida.
Com 6.274 assassinatos em 2023, segundo o Monitor da Violência, a Bahia lidera o ranking de homicídios no Brasil. Jerônimo, que ameaça “jogar bolsonaristas na vala”, não mostra a mesma energia para enfrentar os bandidos que tomaram conta do estado. O resultado é um governo ausente, omisso e cercado por conveniências políticas, incapaz de conter o banho de sangue que se espalha por Salvador e por todo o interior.
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(Com informações do Bahia Notícias, BNews e Informe Baiano)
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