Os motoristas que realizam o transporte complementar de passageiros em Salvador, que levam os usuários de comunidades até paradas e estações de ônibus, paralisaram as atividades logo cedo na manhã desta quinta-feira (11), em frente a garagem de uma cooperativa para protestar contra o atraso de salários e falta de condições de trabalho, além de exigirem equiparação salarial.
Os trabalhadores exigem a equiparação com o piso dos rodoviários do sistema urbano, que é de R$ 1.600 para motoristas e R$ 1.100 para cobradores, além do direito a tíquete e hora extra.
Os trabalhadores fizeram o protesto na entrada da garagem de uma cooperativa no bairro de Dom Avelar. Por conta da manifestação, os veículos do Sistema Especial de Transporte Complementar (STEC) ficaram sem circular nesta manhã. Cerca de 300 micro-ônibus integram a frota e motoristas afirmam que os coletivos só voltarão a circular quando a situação for resolvida.
Com isso, os usuários do serviço ficaram sem as linhas de transporte complementares nesta quinta (11), que transportam as pessoas que moram em áreas de difícil acesso até os terminais de ônibus mais próximos.
A categoria permanece de braços cruzados e pede que seja estabelecido um canal de diálogo e de negociação com a prefeitura sobre as condições de trabalho e a remuneração dos trabalhadores. (Redação/Foto: Edilson Lima/Agência A Tarde)
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