Em apresentação à imprensa, o prefeito ACM Neto explicou a contrapartida da Petrobras com o Município. “Houve a construção de um edifício que pertence à Petro e foi ocupado pela Petrobrás e em função de um número de pessoas que trabalham nesse local a Prefeitura teve a noção do impacto que iria causar na Avenida ACM. A Prefeitura para dar autorização de instalação e funcionamento desse edifício exigiu uma série de contrapartidas por parte da Petros, proprietária do edifício, ou seja investimentos de R$ 35 milhões para obras viárias e uma das maiores praças da cidade de Salvador com quase 7 mil metros quadrados”, indicou.
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