Está realmente difícil para João Roma ser candidato ao governo da Bahia pelo Republicanos mesmo depois da filiação de Tarcísio e Damares Alves. Já no PL, Roma pode fazer o que bem quiser porém iria complicar (e muito) a vida de Jonga e Kátia Bacelar, “netistas” de carteirinha.
O que se tem ao certo é que um “palanque” para Roma como governador tem como objetivo uma boquinha para seu assessor Victor Azevedo na ALBA e para sua esposa, Roberta, na Câmara dos Deputados.

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