Comentarista político e jornalista, Paulo Figueredo afirmou, em redes sociais, que a reunião dos generais com Bolsonaro, que durou cerca de 3 horas, deve ser resumida em uma “nota dos Comandantes das Forças Armadas (…) possivelmente algo mais contundente cobrando providências tangíveis das instituições”.
Além do “imbróglio” das urnas, pautas da reunião teriam sido um suposto abuso de poder por parte do Supremo além de perseguições e assédio.
No relatório apresentado pelas Forças Armadas, Alto Comando relatou que existe sim possibilidade de inserir código malicioso nas urnas (via arquivos executáveis) e que o código-fonte (e libraries) não foram auditados.

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