
A violência segue mandando recado na Bahia “governada” por Jerônimo Rodrigues. Em menos de 24 horas, Salvador voltou a registrar dois homicídios brutais em pontos distintos da cidade, escancarando a sensação de terra sem lei.
Em Stella Maris, o arquiteto Rafael Alves, de 42 anos, foi morto durante um latrocínio ao sair de uma padaria. Segundo a polícia, criminosos anunciaram o assalto, houve reação e o profissional foi baleado. O caso se soma a uma sequência de crimes violentos em bairros considerados de classe média, ampliando o medo de quem trabalha e paga impostos.
Horas depois, outro assassinato chocou a capital: um homem foi executado a tiros na Avenida Vasco da Gama, uma das vias mais movimentadas de Salvador. Testemunhas relataram vários disparos em plena luz do dia, com os autores fugindo sem qualquer resistência.
Dados da Secretaria de Segurança Pública da Bahia (SSP-BA) indicam que o estado segue entre os mais violentos do país em números absolutos de homicídios, enquanto a capital acumula registros diários de crimes letais.
Para a população, a percepção é clara: criminosos agem à vontade, e o governo petista assiste de camarote.
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