
A sexta-feira (21) a Bahia de Jerônimo Rodrigues entrou para a história como uma das mais sangrentas dos últimos anos. Só entre a noite de ontem e a manhã deste sábado (22), a capital baiana e o interior registraram uma sequência macabra de crimes que mostram, mais uma vez, que o governo Jerônimo Rodrigues perdeu o controle total da segurança pública na Bahia.
Em pleno bairro do Canela, o corpo esquartejado de um homem foi encontrado dentro de um saco plástico. No Lobato, uma cabeça humana foi jogada de um lado da pista e o corpo do outro. Tudo isso em plena luz do dia, como se fosse algo normal em um estado completamente dominado pelas facções.
Enquanto isso, o governador do PT segue mudo, omisso e sem apresentar qualquer reação. O que se vê é uma polícia sobrecarregada e impotente diante do crescimento descontrolado da criminalidade em Salvador e em dezenas de cidades do interior.
Em Jequié, um jovem de 17 anos foi morto a tiros dentro de um bar.
No bairro do Uruguai, um tiroteio com mais de 20 disparos terminou com um idoso baleado no ombro. E no Campo Grande, em frente ao Shopping Orixás Center, uma mulher foi baleada e um homem esfaqueado e alvejado na mão por criminosos. Tudo isso em menos de 24 horas.
A tragédia não é isolada. A violência se espalha como praga há duas décadas na Bahia — os mesmos 20 anos em que o estado vem sendo governado por uma sequência de petistas. E o resultado está aí: a Bahia se tornou o estado mais violento do Brasil, com recordes de assassinatos ano após ano.
Os números falam por si, mas Jerônimo Rodrigues parece viver em outro mundo, alheio ao caos e à dor de milhares de famílias destruídas por crimes brutais.
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