
O ex-presidente Jair Bolsonaro, preso em caráter preventivo após ordem do Supremo Tribunal Federal (STF), vê sua influência política na Bahia praticamente zerada. O partido que comanda no estado não lançará candidato ao Governo em 2026, o que marca o fim de sua linha de palanque no quarto maior colégio eleitoral do país.
Na rotina de prisão, Bolsonaro recusa refeições padronizadas da Polícia Federal e passa a receber comida levada por familiares, mantém dieta de baixo teor de gordura e dormiu por volta das 6h no primeiro dia de detenção.
Enquanto isso, aliados do ex-mandatário entram em campanha subterrânea: o desembargador aposentado Sebastião Coelho convocou nas redes sociais uma paralisação nacional “por setores” em prol de “anistia ampla e irrestrita para Bolsonaro”.
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