
O presidente do STF, Edson Fachin, se reuniu com líderes do Congresso, como Davi Alcolumbre e Hugo Motta, para tratar de uma regra de transição que possa limitar o pagamento de penduricalhos salariais no serviço público, antes do julgamento que pode derrubá-los de vez.
Acorte quer uma solução respeitando a Constituição, mas sinais indicam que o Congresso já avisou que não há tempo hábil para sancionar uma lei nova.
Enquanto Fachin e ministros como Flávio Dino planejam uma saída, o Congresso alegou que as prioridades são outras e não conseguiar fazer a regulamentação antes do prazo de 60 dias, ameaçando manter essa prática que beneficia poucos e causa prejuízo aos cofres públicos. A decisão irá impactar milhões de servidores e acende alerta sobre o futuro dessas verbas, conforme informações do tribunal.
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