
Uma operação incomum envolvendo o Federal Bureau of Investigation (FBI) mobilizou autoridades dos Estados Unidos para retirar de Cuba uma menina de 10 anos em meio a uma disputa internacional de custódia que envolve identidade de gênero.
A criança teria sido levada pela mãe, uma pessoa trans, sem autorização do pai, o que levantou suspeita de sequestro parental. A ação contou com envio de aeronave oficial para repatriação e ocorre em um contexto de endurecimento de políticas sob o governo de Donald Trump, especialmente em casos envolvendo menores e tratamentos de transição.
Autoridades americanas afirmam que a prioridade é garantir a integridade da criança até que a Justiça decida sobre a guarda definitiva, enquanto o caso segue gerando forte debate internacional sobre direitos parentais, limites legais e decisões médicas envolvendo menores.
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