Flávio Bolsonaro interrompeu a campanha para fazer um pronunciamento em que acusou o governo Lula de provocar um “desequilíbrio institucional” e de governar ao lado de uma parte do Supremo Tribunal Federal que, segundo ele, descumpriu a lei. Ao falar de Alexandre de Moraes, afirmou que o presidente “dividiu o seu poder” com o ministro e que, no fim, “o Brasil ficou sem presidente nenhum, sem comando”.
Na fala, Flávio também relacionou o governo Lula a problemas que, segundo ele, afetam a população, como o avanço do crime, o endividamento das famílias e a dificuldade para pagar as contas.
“O povo está devendo, porque o governo está devendo”, declarou. O senador ainda afirmou que os brasileiros foram enganados pela promessa de uma picanha que “nunca chegou”.
Flávio disse que quer apresentar um caminho para mudar o país e prometeu declarar o PCC, o Comando Vermelho e as milícias como organizações narcoterroristas, além de buscar a redução dos juros e da dívida. Também defendeu o fim da reeleição e afirmou que não tentará um segundo mandato. “Esperança agora é mudança”, declarou ao encerrar o pronunciamento.
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