
A necessidade de regulamentar a Política Municipal de Economia Popular Solidária em Salvador entrou na pauta da Tribuna Popular, na tarde de segunda-feira (10). Na oportunidade, Josélia Machado e Magda Almeida, representando a Central de Cooperativas e Empreendimentos Solidários (Unisol/Brasil), falaram sobre a importância de garantir incentivos para o setor, responsável direto pela geração de empregos.
“O setor, que abriga reciclagem e artesanato, representa uma oportunidade para os excluídos do mercado de trabalho”, afirma Magda. Na Tribuna, ela chamou a atenção para a questão da carga tributária, o que gera em muitos casos o fechamento de pequenos empreendimentos. “Acabam pagando o mesmo tributo de grandes empresas”, declara.
Autora da indicação para criação da Política Municipal, aprovada em fevereiro na Câmara, a vereadora Marta Rodrigues (PT) disse que “a pauta é fundamental, porque permite transformações nas relações de produção e ajuda na superação das desigualdades sociais”. Da mesma forma, o vereador Hilton Coelho (PSOL) afirmou que o setor é uma alternativa viável contra a crise econômica enfrentada pelo país.
Ao destacar também o combate ao desemprego, Josélia Machado salientou que diante da atual realidade, é preciso garantir a sobrevivência dos agentes que promovem a economia solidária nas comunidades.
A vereadora Aladilce Souza (PCdoB) e o vereador Sílvio Humberto (PSB) se manifestaram também a favor da reivindicação.
Para entrar em vigor, a Política Municipal Popular Solidária precisa ser instituída pela Prefeitura de Salvador.
Fonte: Secom/CMS
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