Em meio as polêmicas envolvendo o Legislativo e o Executivo municipal, o líder da oposição na Câmara de Salvador, vereador Sidninho (Podemos),fez questão de lembrar que, somente agora o prefeito ACM Neto está enxergando que a prefeitura não manda na Câmara Municipal de Salvador (CMS) e que os vereadores precisam ser respeitados.
Segundo ele, quando um prefeito de “forma irresponsável” eleva a tarifa de ônibus e durante a negociação firma um Termo de Ajustamento de Conduta com as empresas e o Ministério Público concedendo isenção do Imposto Sobre Serviço (ISS) às empresas, outorga onerosa e taxa da Arsal sem consultar a Câmara, ignorando que do ponto de vista legal não possui amparo jurídico, só comprova o quanto ele desrespeita o Poder Legislativo, a autonomia da CMS.
“Afinal, desde o início chamei atenção de forma pública que abrir mão de qualquer arrecadação tributária sem aprovação da Câmara Municipal era uma postura, além de autoritária ilegal, e pior, que se configura improbidade administrativa. Porém, ele por possuir maioria na Casa e achar que podia tudo, até mesmo interferir nas votações, sequer se preocupou com isso e seguiu com o seu propósito ilegalmente e só agora está sendo rebatido”, pontuou, reiterando que: “era sempre utilizada a prática do famoso rolo compressor”.
“Portanto, diante de todo esse cenário absurdo, a oposição não abrirá mão de entender o projeto, de estudá-lo para votar, lógico que sempre em favor da cidade”, concluiu.
Rodrigo Pimentel alerta para violência na Bahia, que após quase 20 anos de governos do…
PF analisa diálogo em que Roberta Luchsinger afirma gastar cerca de R$ 100 mil por…
Flávio Bolsonaro estreia no Nordeste sem aliados importantes no palanque e PL aposta em ACM…
A Secretaria Municipal da Saúde (SMS) de Salvador vacinou mais de 4,9 mil crianças e…
A Prefeitura de Lauro de Freitas segue com as obras de modernização da Arena Pela…
Bruno Reis minimiza derrota do Vitória para o Bahia e aposta no Leão na Copa…
This website uses cookies.