Divulgação
Durante encontro com empresários baianos promovido pela Federação das Indústrias do Estado da Bahia (FIEB), nesta terça-feira (4), o candidato ao Governo da Bahia, ACM Neto (União Brasil), apresentou uma série de propostas para infraestrutura, logística, mineração e meio ambiente. Em um dos discursos mais duros da campanha voltados ao setor produtivo, o ex-prefeito de Salvador afirmou que a Bahia perdeu competitividade por falta de planejamento e criticou o que classificou como obras realizadas apenas por interesse eleitoral. “As estradas de integração regional não são feitas”, afirmou. “O que é feito está mais vinculado e preocupado com uma resposta eleitoreira na véspera da eleição.”
Ao defender um novo modelo de investimentos, ACM Neto prometeu ampliar a participação da iniciativa privada por meio de concessões e classificou como “uma vergonha” a situação da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (FIOL). “Está aí a FIOL parada”, declarou. “A FCA caiu aos pedaços, renovaram o contrato e não exigiram o que era preciso de modernização dessa ferrovia.”
Segundo ele, sem integração entre rodovias, ferrovias e portos, a Bahia continuará desperdiçando oportunidades de crescimento. “Os portos que não têm ferrovia, dificulta o porto. Não tem rodovia, dificulta o porto”, disse, ao defender investimentos na Baía de Todos-os-Santos, no Porto de Ilhéus, no Porto Sul e também nos potenciais portuários de Canavieiras e Juazeiro.
O candidato também colocou a mineração como uma das principais apostas para impulsionar a economia baiana. ACM Neto prometeu construir, em parceria com a FIEB e demais entidades empresariais, uma política estadual voltada ao setor, com foco em pesquisa, atração de investimentos, verticalização da produção e metas de execução. “Tudo feito com metas e marcos de entrega”, afirmou. Para ele, a mineração precisa ser reconhecida como “a grande chave a ser virada para a construção do futuro do nosso estado”, impulsionada por uma logística moderna e integrada.
Na área ambiental, ACM Neto prometeu uma “completa reconstrução institucional” do sistema de licenciamento na Bahia. Segundo ele, cerca de 70% dos projetos protocolados desde 2016 permanecem sem solução na Secretaria de Meio Ambiente e no INEMA. Caso seja eleito, afirmou que vai recompor o quadro técnico do instituto, realizar concurso público, integrar os órgãos ambientais, revisar a legislação estadual, implantar um Código Ambiental único e estabelecer prazos máximos para análise dos processos. Também prometeu criar um sistema de fast track para investimentos acima de R$ 200 milhões, com equipes exclusivas para acelerar projetos estratégicos. “Quero que a Bahia tenha um novo governo, novos sonhos e seja muito mais forte e muito mais próspera”, concluiu.
Jaques Wagner declarou patrimônio de R$ 24,5 milhões à Justiça Eleitoral em 2026. Valor representa…
Os Estados Unidos revogaram o visto da embaixadora do Brasil, ampliando a crise diplomática entre…
Após apoiar Jerônimo em 2022, Carlos Muniz anuncia apoio a ACM Neto. Governador minimiza a…
O candidato ao Governo da Bahia, ACM Neto (União Brasil), defendeu nesta terça-feira (4) a…
Romário perde recurso contra penhora de 30% do salário no Senado e tenta impedir bloqueio…
Prefeitura de Lauro de Freitas, por meio da Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (SEMOB), informa…
This website uses cookies.