
A caminhada liderada por Nikolas Ferreira rumo a Brasília ganhou proporções que nem os organizadores imaginavam. O que começou como um ato simbólico virou um movimento de massa, com milhares de apoiadores acompanhando o deputado em diferentes trechos do percurso, mobilização intensa nas redes sociais e pressão direta sobre o Supremo Tribunal Federal.
Dados da Polícia Militar e da Secretaria de Segurança do DF indicam reforço no efetivo e reinstalação de grades na Praça dos Três Poderes, medida que não ocorria desde grandes manifestações nacionais, evidenciando o tamanho do impacto político do protesto.
A decisão do ministro Alexandre de Moraes de proibir atos na região da Papuda serviu como combustível para ampliar ainda mais a adesão popular.
Nikolas chegou a usar colete à prova de balas e falou abertamente em risco de “infiltração do PT”, enquanto o Planalto foi cercado por grades e passou a operar em esquema especial de segurança. Levantamentos de engajamento mostram que vídeos e fotos da caminhada somaram milhões de visualizações em poucas horas, com mutirão de selfies, presença de políticos em busca de visibilidade e um discurso que ecoa forte entre eleitores que veem no STF um poder que precisa ser questionado.
O recado das ruas foi direto: a mobilização não é episódica, é política… e está longe de acabar.
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