
Depois da virada dramática sobre o Japão, o Brasil de Ancelotti já sabe de onde virá a próxima pedreira na Copa do Mundo 2026: o adversário das oitavas será o vencedor de Costa do Marfim x Noruega. A Seleção escapou no sufoco, venceu por 2 a 1 em Houston, com gols de Casemiro e Gabriel Martinelli, e agora muda a chave para uma fase ainda mais traiçoeira, onde qualquer erro pode mandar o sonho do hexa para casa.
No papel, o caminho parece menos assustador do que pegar uma potência logo de cara, mas é aí que mora o perigo. A Noruega chega com força física, transição rápida e um ataque que costuma castigar vacilo defensivo. Já a Costa do Marfim carrega tradição africana, intensidade, imposição corporal e aquele futebol que incomoda seleção grande.
Para o Brasil, será jogo de paciência, bola no chão e muito cuidado para não repetir o apagão que quase custou caro diante dos japoneses.
Se passar pelas oitavas, o Brasil poderá encarar nas quartas de final o vencedor do cruzamento que envolve México, Equador, Inglaterra e República Democrática do Congo. Ou seja: o funil começa a apertar de verdade.
A Inglaterra aparece como o rival mais complicado desse possível caminho, mas México e Equador também podem virar pedra no sapato, principalmente em jogo único.
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