
O 2 de Julho, que deveria ser só festa cívica e símbolo da independência da Bahia, virou prévia pesada da campanha de 2026. Enquanto os caboclos passavam pelas ruas do Centro Antigo de Salvador, militantes se espalhavam pelas esquinas, cartazes com “Jaques do Master” apareciam nos muros e paredões miravam Jerônimo Rodrigues, enquanto ACM Neto também recebia vaias da militância petista.
A crise envolvendo Jaques Wagner e o Banco Master colocou fogo no tabuleiro baiano e antecipou o tom da disputa entre Jerônimo e ACM Neto, numa reedição do embate de 2022 que promete ser decidida no detalhe.
O PT sentiu o baque e correu para mostrar unidade. A campanha “Três Irmãos”, com Jerônimo Rodrigues, Jaques Wagner e Rui Costa, foi antecipada nas redes para tentar passar a imagem de grupo unido no meio da turbulência.
Jerônimo saiu em defesa de Wagner, disse que o grupo “sempre foi unido” e afirmou que o senador se afastou, conversou com Lula e fará sua defesa durante a campanha. Ao mesmo tempo, manteve Eduardo Sodré, enteado de Wagner e também investigado pela Polícia Federal, na Secretaria de Meio Ambiente, dizendo que ele terá direito à defesa e que só voltaria a tratar do cargo em caso de condenação.
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