
A França vive uma forte polêmica em plena Copa do Mundo de 2026 após o jornal satírico Charlie Hebdo publicar uma caricatura envolvendo Didier Deschamps e a morte de sua mãe, Ginette. O desenho mostra o técnico da seleção francesa levantando uma urna funerária com a palavra “maman”, como se fosse uma taça, acompanhado da frase “Deschamps leva a Copa para casa”.
A imagem foi publicada poucos dias depois de Deschamps deixar a concentração dos Bleus nos Estados Unidos para viajar à França e acompanhar o funeral da mãe, antes de retornar ao grupo em Boston.
A reação foi imediata e atravessou o futebol e a política francesa. O presidente da Federação Francesa de Futebol, Philippe Diallo, afirmou que a entidade defende a liberdade de expressão, mas classificou a caricatura como “irrespeitosa” e “indecente”diante de um homem em luto. Integrantes da seleção também criticaram o jornal, enquanto políticos franceses acusaram Charlie Hebdo de passar do limite entre sátira e crueldade gratuita.
No campo, a França tenta blindar o elenco da crise: mesmo sem Deschamps no banco, venceu a Noruega por 4 a 1, terminou em primeiro no Grupo I e agora se prepara para enfrentar a Suécia no mata-mata.
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