
Uma publicação de Simón Levy, empresário que se apresenta como aliado de Donald Trump, afirma que a saída de Flávio Bolsonaro teria sido articulada pelo secretário de Estado americano, Marco Rubio, e chama a iniciativa de “Operação Alba”.
A alegação ganhou novo peso depois que autoridades argentinas confirmaram a passagem de Flávio e da família pelo país, seguida de um voo privado cujo plano indicava Guayaquil, no Equador, como destino.
A sequência levanta perguntas sobre quem organizou a rota, quem financiou o voo e qual foi o papel de autoridades americanas: Trump disse que aprovou a entrada da família, e o Departamento de Estado informou que emitirá vistos.
Até agora, nenhuma fonte consultada confirma participação da CIA.
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