
A energia solar segue ganhando força no Brasil e no mundo, mas o consumidor precisa ficar ligado: estudos do setor apontam que o custo das tecnologias limpas pode cair até 49% até 2035, enquanto a geração distribuída já virou realidade em milhões de casas e empresas brasileiras.
Segundo dados da ANEEL, o país continua ampliando a presença das fontes renováveis na matriz elétrica, e em 2025 entraram em operação 63 centrais solares fotovoltaicas, somando 2.815,84 MW. No Mato Grosso do Sul, por exemplo, o custo médio para instalar energia solar chegou a R$ 2,33 por watt-pico, o 8º menor valor do país, mostrando que a placa no telhado deixou de ser luxo e virou alternativa concreta para aliviar o bolso.
O alerta, porém, é que mudanças nas regras e cobranças da conta de luz podem mexer no planejamento de quem já produz a própria energia, por isso quem pensa em instalar ou já tem sistema em casa deve fazer conta, comparar orçamento e entender bem o contrato antes de achar que a economia vem sozinha.
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