O que seria um ganho acima do estipulado por Lei, que poderia “passar”, sem patacoada, showzinho e burocracia pela Câmara Municipal de Salvador acabou por prejudicar quem deveria ser o maior beneficiado: o agente comunitário de saúde e endemias.
Considerados linha de frente no quesito “saúde pública”, os agentes comunitários foram fundamentais no combate à maior pandemia enfrentada pela terceira capital do país, o Vírus Chinês. Hoje estão ai, na chuva e no sol quente, enfrentando dengue, chikungunhya e a recente varíola dos macacos.
Com um salário que, com gratificações (insalubridade, tempo de serviço e outros) de 122%, chega a R$ 1.950, os agentes esperavam com ânsia o reajuste imposto por Lei Municipal que garante à categoria dois salários mínimos, ou seja, pouco mais de R$ 2.400,00.
Ciente do sacrifício e competência dos agentes comunitários, o prefeito da capital, Bruno Reis promoveu inúmeras reuniões com a equipe de governo e representantes da Câmara Municipal de Salvador para tentar chegar a um número ainda maior do que o Piso Nacional garante.
Por fim, o chefe do Executivo municipal comprometeu-se a pagar acima do piso, ou seja, R$ 3.300,00 (um reajuste de 72%).
Diante do “imbróglio” que levou à Justiça se manifestar contra a derrubada do veto do Prefeito na Câmara Municipal, o maior interessado na pauta, o agente comunitário de saúde e endemias, com raiva, começou a identificar “as peças” que atrapalharam o ganho da categoria.
Servidores identificaram que, além da base de oposição e presidência da Câmara Municipal de Salvador, foi um servidor de carreira (estudante de direito) com boa passagem no governo (petista) do Estado que, com recursos de agentes políticos de esquerda, promoveu um verdadeiro pandemônio “oferecendo” à categoria utopias falaciosas, ou seja, um salário de quase R$ 7.000 da noite para o dia.
Só na cabeça dessa besta quadrada pelega e esquerdopata o reajuste da categoria poderia passar de R$ 1.950 a R$ 7.000,00. Em breve daremos informação desse pelego com tentáculos no Estado e relação direta com um político de Camaçari.

Ações na Justiça – Representantes do governo municipal teriam identificado quem são os servidores que, com objetivos meramente políticos-eleitoreiros, induziram agentes comunitários de saúde e endemias contra a Prefeitura de Salvador. Tem dois nomes identificados graças a gravações internas, filmagens e prints de whatsapp.
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O que existe, é uma EC 120 ,que tem que ser cumprida, e essa categoria vem sofrendo desde a gestão de ACM NETO ,com um piso de 877.07 dinheiro repassado pela União, pra onde foi esse dinheiro?
e a categoria se sente representada por este colega que tá sendo atacado injustamente, e todos que fazem parte da luta não pode ser atacados por quem não conhecem a luta dessa categoria sofredora.