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Hilton Coelho defende o confronto do debate e considera que “a Câmara deve representar a vida real e não uma ficção parlamentar”

Além da vereadora Marta Rodrigues (PT), outro que disputou também a presidência da Câmara foi o vereador Hilton Coelho (PSOL), que mesmo sem chance de ser eleito, entrou no páreo ao chegar até o final da eleição sem obter êxito no pleito.

“Nós achamos que o processo foi interessante. Houve uma pluralidade de candidaturas que se expressaram. Nós tivemos um tempo pra defender posições e algumas questões muito claras apareceram na discussão, como a discussão nacional que foi muito presente. Nesse quadro onde nós temos ao nosso ver um presidente da República completamente ilegítimo, que fala da ilegitimidade como algo interessante para se adotar medidas impopulares que a gente pode relacionar, como a venda do Pré-Sal, a questão praticamente do fim da aposentadoria e as questões da relação com a Camara e o Executivo. Foram pautados também elementos muito importantes sobre a necessidade da Câmara ser realmente um espaço de discussão em ressonancia das demandas da população”, lembra Hilton.

O socialista já preve enfrentamentos durante a atual legislatura diante dos debates de temas quue vão tomar conta da Casa. “Ao nosso ver, tres grandes patrimonios da cidade estão em xeque, que é a Orla, o verdadeiro santuário que representa a região da Paralela e todo o Centro Antigo de Salvador que está ameaçado pelo projeto como o PDDU que foi aprovado, e com a obsessão já admitida e propalada pela administraçao de licenciar a cidade do Salvador, nós podemos ter uma reconfiguração total da cidade em detrimento dos interesses da grande maioria, de formar grandes ilhas de presença do poder público e de ausencia dele. Tudo isso vão ser polemicas que vão estar colocadas na Câmara de Vereadores e que o processo eleitoral deu o pontapé inicial”, adianta.

Por fim, Hilton apontou também outra questão que é o problema da Transparencia das contas da Câmara. “Nos fizemos a defesa do orçamento participativo e deliberativo. É indignante que nós tenhamos meio que uma subcarreira dos servidores da Casa novos e um conjunto de passivos trabalhistas não resolvidos e uma Câmara que devolve recursos, uma Câmara que não tem Transparencia nenhuma, nem para vereadores, nem pra imprensa. Nós fizemos questão de frisar esses elementos. É preciso que a sociedade civil organizada, os movimentos sociais e a própria imprensa consigam, de fato, acompanhar o que está sendo debatido e decidido na Câmara de Vereadores”, alerta Hilton.

Quanto a expectativa sobre a gestão de Leo Prates no comando do legislativo, Hilton acha que o posicionamento político do democrata é de um alinhamento muito grande com o prefeito ACM Neto, que conforme disse o socialista, ele [Leo Prates] não faz questão de negar.

“A trajetória dele no mandato de vereador e aqui na Casa foi isso, um alinhamento muito grande em relação ao prefeito ACM Neto e isso vai nos colocar realmente numa rota de colisão que vai ser algo constante do ponto de vista geral, sem afastar possiibilidades de que o debate se realize e que as questões fiquem evidenciadas no central. Do ponto de vista do conteúdo, nós temos visões muito diferenciadas e a tendencia é que haja um confronto na Casa, o que é positivo. Na Câmara precisa ter confronto pra ela, de fato, representar a vida real e não ser uma ficção parlamentar”, defende Hilton.

Rafael Santana/Foto: Rafael Santana/TV Servidor

Sobre Emmanuel

Como me defino? Pernambucano, católico e ANCAP. Sem mais delongas... " Totus Tuus Mariae". "... São os jovens deste século, que na aurora do novo milénio, vivem ainda os tormentos derivados do pecado, do ódio, da violência, do terrorismo e da guerra..." Um adendo: somos dois pernambucanos contra um "não-pernambucano". Rs

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