
A Inglaterra sofreu, levou susto e precisou do seu principal artilheiro para não passar vergonha na Copa do Mundo de 2026. Nesta quarta-feira (1º), no Estádio de Atlanta, nos Estados Unidos, a seleção inglesa venceu a República Democrática do Congo por 2 a 1, de virada, em jogo eliminatório da segunda fase.
O duelo começou às 13h, no horário de Brasília, e terminou com clima de alívio para os ingleses e de frustração para os congoleses.
A RD Congo aprontou logo cedo. Aos 7 minutos, Brian Cipenga recebeu pela esquerda e bateu forte para abrir o placar, colocando fogo no jogo e deixando a Inglaterra em situação delicada. A seleção africana, que já fazia uma campanha histórica, mostrou coragem, intensidade e não se intimidou diante de uma das favoritas ao título.
O primeiro tempo foi de sufoco para os dois lados. A Inglaterra pressionou, mas parou em boas defesas do goleiro Lionel Mpasi e também em cortes importantes da defesa congolesa. Do outro lado, a RD Congo quase ampliou com Yoane Wissa, que acertou a trave ainda antes do intervalo. A equipe africana segurou o resultado por mais de uma hora e chegou a deixar a zebra bem viva em Atlanta.
Mas aí apareceu Harry Kane. O capitão inglês empatou aos 75 minutos, de cabeça, após cruzamento de Anthony Gordon. Pouco depois, aos 86, Kane voltou a decidir com uma finalização forte para decretar a virada. Foi o 13º gol do atacante em Copas do Mundo, marca que o colocou acima de Pelé na artilharia histórica do torneio.
Após o jogo, Kane resumiu o drama: “Foi uma partida maluca”. O técnico Thomas Tuchel também admitiu a dificuldade e disse que a vitória foi merecida, mas muito trabalhada.
Com o resultado, a Inglaterra segue viva na Copa e agora terá pela frente o México nas oitavas de final, em um confronto que promete pressão ainda maior. Já a RD Congo se despede de cabeça erguida, depois de fazer sua campanha mais marcante em Mundiais e assustar uma gigante até os minutos finais.
Bahia Notícias Salvador Política Futebol Portal de Notícias TVS1