Lula abriu mais uma licitação bilionária para gastar com propaganda nas redes sociais: R$ 98,3 milhões para contratar três agências de comunicação digital que vão “analisar sentimentos”, “moderar perfis” e criar campanhas para defender programas como “Minha Casa Minha Vida – Classe Média” e “Luz do Povo”. O contrato será válido por 12 meses, podendo ser renovado.
Tudo isso acontece enquanto o petista tenta colar o rótulo de “defensor dos pobres”, mesmo sendo amigo de banqueiros, bilionários e dos irmãos Batista, donos da JBS.
Essa é a segunda tentativa da Secom de emplacar o projeto. A primeira foi barrada por suspeitas de fraude: em abril de 2024, um jornalista cravou as iniciais das vencedoras antes do resultado oficial. A licitação anterior custaria R$ 197,7 milhões. Agora, com novo ministro, Lula aposta nessa ofensiva digital como arma para a campanha de 2026 e tenta reverter o “engajamento da direita”, segundo o próprio edital.
Enquanto isso, o país segue afundado em desemprego, violência e impostos.
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