Letícia Martins/EC Bahia
Depois de dominar o jogo e sair da Arena Fonte Nova com um frustrante 0 a 0 diante do América de Cali, o técnico Rogério Ceni tratou logo de explicar por que escalou um time misto: “Se colocássemos o mesmo time três jogos consecutivos em seis dias, a chance de lesão aumentaria muito”.
Sem Willian José, que ainda se recupera de uma entorse, o Bahia criou, finalizou bastante, mas esbarrou numa defesa retrancada e num árbitro que, segundo Ceni, “não parecia arbitragem uruguaia”.
O resultado deixou tudo em aberto para a volta, que será na Colômbia, terça-feira que vem. Se empatar de novo, vai pros pênaltis.
Ceni também projetou o duelo com o Fortaleza no sábado, fora de casa, pelo Brasileirão. “Agora são dois jogos fora. Temos que vivenciar essa experiência”, disse. O Bahia tem o 3º melhor ataque da Série A, com 23 gols, e segue no G4, mas precisa provar que pode manter o nível fora de casa. Com mais posse e volume, o time deixou escapar a chance de abrir vantagem na Sul-Americana, mesmo com nomes como Everton Ribeiro, Ademir e Cauly no banco. “Todos são titulares”, garantiu o técnico, que aposta na força do elenco pra buscar a vaga na Colômbia.
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