
Durante agenda recente, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que a convocação da Seleção Brasileira não deve ocorrer “por nome”, em recado indireto a Neymar.
A declaração ocorreu enquanto o país acompanha o avanço de investigações envolvendo o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e a atuação do Conselho de Controle de Atividades Financeiras em relatórios sobre movimentações financeiras suspeitas. A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito instalada no Congresso analisa possíveis descontos indevidos em aposentadorias e pensões, com estimativas apresentadas por parlamentares apontando cifras bilionárias sob investigação, além de decisões recentes do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, relacionadas ao compartilhamento de dados.
A fala sobre futebol repercutiu nas redes sociais justamente pelo contraste com o cenário político e econômico. Dados oficiais mostram que o INSS administra mais de 39 milhões de benefícios ativos no país, movimentando centenas de bilhões de reais por ano, segundo o próprio órgão.
Enquanto aliados defendem que o presidente mantém agenda ampla e institucional, opositores afirmam que o foco deveria estar exclusivamente nas respostas às investigações e na recuperação da confiança pública. O Palácio do Planalto sustenta que as apurações seguem seu curso normal, conduzidas pela Polícia Federal e supervisionadas pelo STF, sem interferência do Executivo.
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