
Lionel Messi virou, mais uma vez, a grande imagem da Copa do Mundo. Aos 39 anos, o camisa 10 da Argentina não está apenas jogando: está carregando emoção, pressão, recordes e uma seleção inteira nas costas. Depois da classificação dramática contra o Egito, Messi desabou em lágrimas no gramado, cercado pelos companheiros, em uma cena que correu o mundo e mostrou que nem mesmo quem já ganhou tudo consegue ficar frio diante de uma Copa.
O choro de Messi não nasceu só do futebol. Desde a estreia da Argentina, quando marcou três gols contra a Argélia, o craque já vinha aparecendo muito emocionado por causa da situação de saúde do pai, Jorge Horacio Messi. O próprio jogador admitiu que passou por “dias difíceis e complicados”, longe de ser um problema de bola, treino ou tática.
É por isso que cada gol, cada abraço e cada lágrima parecem ter um peso maior nesta caminhada argentina.
Dentro de campo, os números explicam por que Messi segue sendo o centro da Copa. O craque argentino lidera a artilharia do Mundial de 2026 com 8 gols, um a mais que Kylian Mbappé e Erling Haaland, que aparecem com 7. Além disso, ampliou sua marca como maior artilheiro da história das Copas, chegando a 21 gols em Mundiais. Ou seja: não é só emoção, é bola na rede, recorde e protagonismo em plena reta decisiva.
A Argentina segue viva, mas a grande história desta Copa, até aqui, tem nome e sobrenome: Lionel Messi. A cada jogo, ele parece disputar duas partidas ao mesmo tempo: uma contra os adversários e outra contra o próprio tempo.
Chorando, decidindo e sendo abraçado como símbolo de uma geração, Messi transforma o Mundial de 2026 em sua última grande novela com a camisa argentina.
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