
A morte da cabo Celeste, baleada dentro do próprio apartamento no Barbalho, em Salvador, virou mais um retrato duro da violência que assombra a Bahia. Segundo o Instituto Fogo Cruzado, Salvador e Região Metropolitana já contabilizam 40 mulheres baleadas em 2026, com 21 mortes e 19 feridas.
O caso de Celeste foi registrado na sexta-feira e é investigado como feminicídio, tendo como principal suspeito o marido dela, o também cabo da PM Hermano. É uma tragédia que choca ainda mais porque aconteceu dentro de casa, justamente onde qualquer mulher deveria estar protegida.
O levantamento também acende outro alerta pesado: além de entrar na triste estatística das mulheres vítimas de disparos, Celeste pode ser incluída no recorte de agentes de segurança baleados.
Em 2026, já são 37 profissionais da segurança atingidos por tiros em Salvador e RMS, com 26 feridos e 11 mortos.
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