
Enquanto a Bahia sangra nas mãos da violência, o novo subcomandante da Polícia Militar, nomeado por Jerônimo Rodrigues solta uma pérola que revoltou até quem ainda tem um pingo de esperança na petezada que diz governar o Estado. O coronel Antônio do Nascimento Lopes, durante entrevista ao site Conectado News, cravou que “na Bahia não existem facções criminosas”. A afirmação escancara o abismo entre o que o povo vive nas ruas e a bolha onde vive o governo petista.
Para eles, os tiroteios diários, os corpos largados em vielas e o terror nos bairros populares são apenas “grupos que se intitulam facções”.
Esse tipo de declaração revela o real motivo pelo qual o crime cresce sem freio no estado: a negação da realidade. É a mesma cartilha da petezada baiana, que prefere relativizar tudo enquanto a população segue com medo até de sair de casa.
O subcomandante ainda tentou justificar: “não diria guerra de facções”, e completou que os tais grupos “não são facções criminosas”. Uma tentativa desesperada de maquiar a falência da segurança pública petista que já dura duas décadas.
No mesmo papo, Lopes listou apreensões e operações, tentando passar a impressão de que a PM está controlando a situação. Mas o povo sabe que isso não basta. O sistema está podre e a cúpula da segurança parece mais preocupada em proteger a imagem do pior governador da história da Bahia do que em encarar o problema de frente.
Quando questionado sobre o fuzil deixado pela polícia na casa de um morador em Mangabeira, ele se esquivou: “só depois de apurarmos será emitida uma nota”.
Essa é a Bahia de Jerônimo Rodrigues: insegura, desgovernada e comandada por quem finge que está tudo bem.
Enquanto o governador e sua equipe fazem de conta que não existem facções, o povo segue enterrando seus filhos.
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Pergunte ao secretário da administração i dó governo porque todos policiais dá reserva estão descontando valores de 500 reais a dois mil reais uma sigla sbspm ia porque esse desconto.
Esse aí deve estar cooptado.
Pode fazer uma devassa na vida dele.