
Depois de quase uma década de glamour e promessas de revolução, o Nubank enfrenta a transição de queridinho a empresa tradicional. Com mais de 100 milhões de clientes no Brasil e América Latina, o banco tenta equilibrar lucros e empatia.
A fintech, que nasceu prometendo liberdade financeira, agora se vê cobrada por resultados de acionistas e reclamações de consumidores.
O “banco do povo digital” parece ter virado, ironicamente, o banco do sistema.
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