Conhecido mundialmente como o mês da prevenção ao Câncer de Mama, o Outubro Rosa possibilita que a sociedade discuta sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce, informa a Supervisão de Atenção à Saúde da Câmara. Apesar de outubro ser um mês de referência, é importante lembrar que devemos cuidar da nossa saúde, durante todos os meses, de modo integral, alerta a referida Supervisão de Atenção.
Segundo a Supervisão de Atenção à Saúde da Câmara, ao pensar em saúde é preciso observar todos os aspectos que compõem a vida (lazer, trabalho, religiosidade, alimentação, atividade física), levando em conta um aspecto amplo como o completo bem-estar físico, mental e social, que precisam ser considerados em todas as fases da vida, desde a infância até a velhice.

A prevenção contra a infecção por HPV e desenvolvimento do Câncer de Colo de Útero, por exemplo, começa ainda na infância-adolescência, através da vacinação de meninas e meninos, na faixa de 9 a 14 anos de idade, nas Unidades de Saúde da Família ou Unidades Básicas de Saúde do SUS. Já na adolescência e com a menarca (primeira menstruação), é indicado que as meninas passem a ser acompanhadas periodicamente por médica/o da família e/ou ginecologista. O início da vida sexual também demanda que as mulheres e os homens se atentem para a prevenção de Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs), e uma gestação indesejada e não planejada, enfatiza a Supervisão de Atenção à Saúde da Câmara.
E alerta que, por falar em sistema reprodutivo, nos últimos tempos têm-se ampliado a discussão sobre algumas enfermidades que o afetam, como o já referido Câncer de Colo de Útero, a Endometriose e a Síndrome de Ovários Policísticos. Esses dois últimos ainda são pouco debatidos na sociedade, o que pode contribuir para a desinformação e naturalização de sofrimentos como as fortes cólicas e a irregularidade do ciclo; por isso, o acompanhamento profissional de modo regular torna-se essencial.
O cuidado à saúde mental também é uma parte da integralidade do cuidado que deve ser observado. Por exemplo, as relações entre trabalho–relações de gênero–saúde mental compõem o cotidiano das mulheres maduras, na fase adulta e idosa. A ONG “Think Olga”, publicou neste ano de 2023 que 45% das mulheres brasileiras possuem um diagnóstico de transtorno mental. Os principais sintomas apontados por elas foram: estresse, irritabilidade, sonolência, fadiga, baixa autoestima, insônia e tristeza; os principais motivos estavam relacionados à falta de dinheiro, sobrecarga de tarefas e à insatisfação com o trabalho, informa a Supervisão de Atenção à Saúde da Câmara.
Por isso, neste Outubro Rosa, a Supervisão de Atenção à Saúde e Qualidade de Vida reforça a importância de observarmos a Saúde da Mulher de modo integral, através do acompanhamento profissional, cultivo de relações interpessoais saudáveis, boa alimentação, religiosidade, prática de exercícios físicos e demais atividades que lhes proporcione bem-estar. Esses são alguns dos melhores remédios, e o Serviço Social está disponível para acolher e orientar servidores da Câmara em relação aos aspectos da saúde e qualidade de vida no trabalho.
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