Secretário de Educação do Estado de São Paulo e ex-secretário da mesma pasta no Paraná, Renato Feder fez um alerta duro sobre o mecanismo de aprovação automática adotado pelo governo petista de Jerônimo Rodrigues na Bahia. Feder classificou o modelo como “muito polêmico” e explicou o principal argumento de quem critica a medida: sem o risco de reprovação, o aluno pode “estudar menos”, levar a aula “de modo mais desleixado” e deixar de se importar com a própria aprendizagem, justamente porque “sabe que vai passar de qualquer jeito”.

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