
O senador Rogério Marinho (PL-RN) acusou aliados do governo Lula de dificultar os trabalhos da CPMI do INSS e chamou o presidente de “mitomaníaco”. A crítica veio após Lula dizer que não se oporia a investigações sobre seu filho, Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha.
Marinho afirma que governistas barraram medidas e limitaram o acesso a documentos. A CPMI aprovou a quebra de sigilos de Lulinha, mas encerrou os trabalhos sem a prorrogação defendida pela oposição. O episódio alimenta a pressão por novas apurações; isso não equivale a uma conclusão sobre responsabilidade ou culpa de Lulinha, que também é alvo de investigações conduzidas pela Polícia Federal.
A ofensiva política ocorre enquanto Marinho articula sua candidatura à presidência do Senado, cuja eleição está prevista para fevereiro de 2027.
O PL lançou seu nome e o Novo declarou apoio; o senador também busca adesões de outras siglas. A disputa ainda tem outros interessados, e o voto secreto deixa incerto o tamanho real de cada grupo.
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