
Mesmo afundado em denúncias de corrupção bilionária no INSS, o ministro da Previdência, Carlos Lupi (PDT), desembarca esta semana em Salvador para selar o apoio do PDT ao pior governador da história da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT). Enquanto aposentados foram lesados em mais de R$ 6 bilhões, Lupi finge normalidade e articula espaços no governo petista, abandonando qualquer compromisso com gestão ou responsabilidade pública.
Segundo informações do TCU e CGU, organizações ligadas à família do ex-presidiário Lula também foram beneficiadas em meio ao escândalo.
A aliança é vista nos bastidores como um “salvem-se quem puder” no PDT, onde prefeitos e líderes buscam sobreviver politicamente à maré de rejeição que atinge o PT na Bahia. Lupi e Jerônimo têm em comum o descompromisso com os reais problemas do povo: enquanto a violência explode e a economia afunda no estado, o governo petista segue loteando cargos para se manter no poder, mesmo com a imagem cada vez mais desgastada.
O desembarque de Carlos Lupi na quinta-feira (31) é simbólico: acontece no Dia do Trabalho, mas ironicamente celebra a velha prática da troca de favores e da política de balcão.
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