
Os atos de 7 de Setembro voltaram a colocar Bolsonaro no centro da cena política, com forte repercussão internacional. O jornal O Globo destacou que apoiadores do ex-presidente “depositam fé na Casa Branca”.
Segundo levantamento da USP, o ato petista reuniu apenas 9 mil pessoas, número muito inferior às multidões que acompanharam Bolsonaro em Brasília e no Rio. A diferença de adesão escancarou a perda de poder de mobilização da esquerda, enquanto a direita mostrou musculatura de rua mesmo após anos de perseguição judicial.
Na imprensa estrangeira, veículos como The Washington Post e Le Monde destacaram que Bolsonaro continua sendo “um fator central no debate brasileiro” e que sua base “mantém influência sobre o futuro político do país”.
Já a oposição tenta minimizar a força das imagens, mas os números falam por si: em 2024, atos pró-PT em São Paulo chegaram a registrar 30 mil pessoas; neste ano, despencaram para menos de 10 mil. Enquanto isso, Bolsonaro segue sendo o nome mais lembrado em manifestações populares e aparece como contraponto direto ao governo Lula, em meio ao aumento da rejeição popular e à crise econômica.
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