
O “governador” da Bahia, Jerônimo Rodrigues despacha diariamente no Centro Administrativo da Bahia, a poucos minutos de Narandiba, mas a realidade vista na Travessa Ubatã mostra que a guerra contra o narcoterrorismo não virou prioridade no governo petista. O cenário denunciado por ACM Neto é pesado: casas deixadas às pressas, marcas de tiros, pichações de facção e famílias expulsas pelo medo, tudo praticamente ao lado do centro de decisões do Estado.
A cobrança fica ainda mais forte porque a Bahia registrou 6.616 homicídios em 2023, segundo o Atlas da Violência 2025, o maior número absoluto do Brasil, enquanto moradores de Salvador convivem com áreas onde o crime manda mais que o poder público.
Narandiba escancara o tamanho do fracasso de Jerônimo: o governador está perto fisicamente, mas longe demais de quem precisa de segurança.
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