
Alexandre de Moraes apertou ainda mais o cerco contra Jair Bolsonaro e proibiu o ex-presidente de dar entrevistas, participar de lives e até mesmo de comentar nas redes sociais. A nova decisão veio após a Polícia Federal alertar que qualquer manifestação pública de Bolsonaro poderia atrapalhar as investigações… e pior: que ele estaria estimulando uma “reação coordenada contra as instituições”.
Com isso, Bolsonaro cancelou as entrevistas marcadas para esta semana e aliados já falam abertamente em risco real de prisão.
A decisão de Moraes diz que “entrevistas, transmissões ao vivo e postagens” estão vetadas, e não só do próprio Bolsonaro: qualquer pessoa que atue como seu porta-voz também está na mira. O despacho do ministro do STF inclui ainda a recomendação de punição a qualquer veículo de mídia ou canal que “veicule conteúdo que contrarie a decisão”, o que gerou reação até dentro da própria imprensa.
A medida tem sido chamada por juristas e parlamentares de “censura prévia escancarada”.
Enquanto isso, o PT foi além e pediu ao STF a prisão preventiva de Eduardo Bolsonaro, alegando que o deputado estaria “instigando ataques à Polícia Federal”. Segundo o partido, Eduardo “tentou sabotar a operação legalmente autorizada” e pode ter cometido crimes contra o Estado democrático.
A ofensiva da esquerda vem acompanhada de uma narrativa cada vez mais preocupante para a democracia: silenciar adversários e censurar críticas virou política de governo.
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