
A filha do ministro Edson Fachin, Melina Fachin, professora da UFPR, foi alvo de cuspes e xingamentos dentro do campus em Curitiba, sendo chamada de “lixo comunista” por um homem que não teve o nome revelado. O caso aconteceu um dia depois da condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro a 27 anos de prisão pelo STF.
O marido de Melina, o advogado Marcos Gonçalves, responsabilizou a direita pelo episódio e falou em “vilania e discurso de ódio”.
O episódio ocorre no mesmo período em que estudantes bloquearam o prédio de Direito da UFPR para impedir um evento sobre o Supremo, organizado por apoiadores de Bolsonaro. O vereador Guilherme Kilter (Novo-PR) e o advogado Jeffrey Chiquini tentaram entrar à força, gerando confusão com estudantes.
A universidade informou que o evento havia sido cancelado oficialmente e criticou a atuação da polícia dentro do prédio histórico.
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