
Lula deve anunciar nos próximos dias o nome que vai substituir Luís Roberto Barroso no Supremo Tribunal Federal, e o clima em Brasília é de intensa disputa política. Segundo a CNN Brasil, o presidente tem ouvido nomes como o do ex-ministro da Justiça Ricardo Lewandowski, que hoje atua como articulador de Lula no Senado, e de uma ala mais jovem de juristas que reforçam a “tendência sub-50” nas últimas indicações ao STF.
A escolha é estratégica: quem entrar herdará 912 processos que estavam sob relatoria de Barroso, incluindo ações sensíveis sobre o orçamento secreto, fundos partidários e competências da Justiça Eleitoral… temas que influenciam diretamente o jogo político em 2026.
De acordo com O Globo, Lula avalia manter o perfil “mais técnico e discreto” para evitar novos atritos com o Congresso e o STF. Nos bastidores, fala-se também em Antonio Carlos Bigonha, atual secretário de Assuntos Legislativos, e em subprocuradores e juízes federais mais jovens que agradem à base petista sem provocar resistência do centrão.
A aposta do Planalto é garantir um ministro alinhado ao “projeto de país” defendido por Lula… o mesmo que tem concentrado poder e provocado críticas de juristas sobre o desequilíbrio entre Executivo e Judiciário.
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