
O cerco internacional ao ministro Alexandre de Moraes começa a se desenhar. Um grupo bipartidário de senadores dos Estados Unidos anunciou que vai pedir sanções contra Moraes com base na Lei Magnitsky, usada contra autoridades acusadas de abusos de direitos humanos. A iniciativa parte da denúncia de censura, perseguição política e bloqueio de contas de parlamentares e jornalistas brasileiros.
“Vem Magnitsky contra Moraes”, declarou o senador republicano Mike Lee, que está à frente do movimento ao lado de colegas como Ted Cruz e o democrata Ron Wyden. O documento menciona que Moraes “prendeu adversários políticos, bloqueou contas nas redes sociais e feriu a liberdade de expressão”.
A Lei Magnitsky já foi usada pelos EUA para punir ditadores e agentes autoritários em regimes como China, Rússia e Venezuela. Agora, a investida sobre Moraes entra no radar de Washington como um caso grave de censura institucional no Brasil.
O relatório menciona diretamente a “interferência nas eleições de 2022” e aponta que o STF se transformou numa ferramenta política.
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