
A prisão preventiva de Filipe Martins, ex-assessor especial de Jair Bolsonaro, determinada pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF, abriu uma nova frente de polêmica política e jurídica em Brasília. A ordem foi expedida após a Polícia Federal alegar que o perfil de LinkedIn de Martins teria sido acessado mesmo com restrições impostas pela Justiça, o que a defesa nega com veemência.
Segundo os advogados, Filipe está sem acesso a redes sociais desde 2023 e a suposta atividade digital seria tecnicamente impossível, o que reforça a tese de erro ou uso indevido do perfil por terceiros.
A defesa classificou a prisão como “medida de vingança”, apontando fragilidade nas provas e ausência de perícia técnica conclusiva. Dados do próprio inquérito indicam que não há registro de login feito a partir de dispositivos vinculados a Filipe Martins, nem confirmação de IP pessoal. Mesmo assim, Moraes determinou a detenção, atendendo a uma representação da PF.
O caso reacende críticas sobre excessos do Judiciário e reforça, entre aliados da direita, a narrativa de perseguição política contra nomes ligados ao ex-presidente Bolsonaro.
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